Eu sou o filho do espanto
coberto pelo manto das vontades
recheado de sonhos fashion.
Sou o poeta das almas perdidas
nas vitrines dos encantos.
Eu choro a dor dos lunáticos
e desiludidos, filhos do amanhã.
Eu venho em guerra lutando pela paz e pelo futuro.
Não pertenço a este tempo e nem a este espaço
Sou vaso feito de barro celeste ou talvez do agreste.
Meus inimigos são os cem nomes
que se escondem da evidência e no controle.
Eu sou o joelho cansado de Dorotéia.
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