domingo, 28 de setembro de 2008

Alasão-rei

Alasão, meu alasão!, Que sufoco!
De tão distraído quase engoliu o desgosto.
De gosto pouco sabe,
alasão-rei quase perde a majestade
e de capim-mau-gosto ja basta o tédio
e a dor de tolo carecendo remédio

Enfermo do ócio atravancado de desilusões
vagos pensamentos e suaves sensações
alazon-roy vive na espera
Só de espreita.

sábado, 27 de setembro de 2008

disprezzo

Acordei sorrindo pra minha lápide...
Escarrei o lado esquerdo de minh'alma.
Senti o vazio da pureza
E o conforto da desilusão
Esboçados na amargura contida
Escondida, ali, no canto do meu coração
Sentada ao lado do Ventrículo Direito
Entoando uma ciranda para as hemáceas
E arborizando toda genealogia
De fantasias reprimidas
E quimeras despedaçadas.

sábado, 13 de setembro de 2008

Eu sou o filho do espanto
coberto pelo manto das vontades
recheado de sonhos fashion.
Sou o poeta das almas perdidas
nas vitrines dos encantos.
Eu choro a dor dos lunáticos
e desiludidos, filhos do amanhã.

Eu venho em guerra lutando pela paz e pelo futuro.
Não pertenço a este tempo e nem a este espaço
Sou vaso feito de barro celeste ou talvez do agreste.
Meus inimigos são os cem nomes
que se escondem da evidência e no controle.

Eu sou o joelho cansado de Dorotéia.