domingo, 28 de setembro de 2008

Alasão-rei

Alasão, meu alasão!, Que sufoco!
De tão distraído quase engoliu o desgosto.
De gosto pouco sabe,
alasão-rei quase perde a majestade
e de capim-mau-gosto ja basta o tédio
e a dor de tolo carecendo remédio

Enfermo do ócio atravancado de desilusões
vagos pensamentos e suaves sensações
alazon-roy vive na espera
Só de espreita.

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