Alasão, meu alasão!, Que sufoco!
De tão distraído quase engoliu o desgosto.
De gosto pouco sabe,
alasão-rei quase perde a majestade
e de capim-mau-gosto ja basta o tédio
e a dor de tolo carecendo remédio
Enfermo do ócio atravancado de desilusões
vagos pensamentos e suaves sensações
alazon-roy vive na espera
Só de espreita.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário